| O progresso rumo à regeneração de partes importantes do organismo, como acontece com a salamandra, pode revolucionar o tratamento de amputações e de ferimentos graves | ||||||
| por Ken Muneoka, Manjong Han e David M. Gardiner | ||||||
Mesmo os embriões de mamíferos estão aptos a substituir membros em desenvolvimento, mas essa faculdade igualmente desaparece muito antes do seu nascimento. De fato essa perda da capacidade regenerativa ao longo do desenvolvimento do organismo tende a se repetir na evolução de formas animais superiores, fazendo da lenta salamandra o único vertebrado que continua capaz de reproduzir partes complexas do corpo durante toda a vida. Há muito os humanos questionam como o animal consegue esse feito. Como pode a parte do membro regenerada “saber” o quanto lhe falta a ser restituído? Por que a pele no coto não cicatriza fechando a ferida como acontece nos humanos? Como o tecido na salamandra adulta retém o potencial embrionário para reconstruir um membro inteiro do zero diversas vezes? Os biólogos estão perto de responder a todas essas perguntas. E, ao se entender como o processo regenerativo funciona na Natureza, espera-se conseguir desencadeá-lo para reconstituir membros amputados em humanos, por exemplo, e revolucionar a recuperação de outras graves feridas. | ||||||
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Perspectivas para a regeneração de membros humanos
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